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domingo, 2 de abril de 2017

Aumento dos impostos será necessário sem reforma da Previdência, diz Meirelles — Portal Brasil

Aumento dos impostos será necessário sem reforma da Previdência, diz Meirelles — Portal Brasil

Aumento dos impostos será necessário sem reforma da Previdência, diz Meirelles

Reforma da Previdência

Ministro estima que aumento será necessário para financiar o aumento do déficit da Previdência
Marcelo Camargo/Agência BrasilPara ministro da Fazenda, elevação de tributos será necessária para financiar gastos previdenciários se não houve reforma
Para ministro da Fazenda, elevação de tributos será necessária para financiar gastos previdenciários se não houve reforma
O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou, nesta quinta-feira (30), que a manutenção do atual regime da Previdência Social irá pressionar despesas públicas e levar a um aumento de quase 10% da carga tributária nos próximos dez anos. Na avaliação do ministro, o aumento de tributos será necessário para financiar o déficit previdenciário.
“O Brasil portanto terá de elevar a carga tributária em quase 10% do Produto Interno Bruto [PIB] nas próximas décadas apenas para financiar o aumento do déficit da Previdência”, estimou Meirelles durante reunião da comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa a reforma da Previdência Social.
Para evitar aumento ou criação de novos impostos, Meirelles lembrou que o governo federal decretou um contigenciamento de R$ 42,1 bilhões e a reoneração de antigos incentivos fiscais concedidos a setores da economia. As medidas foram anunciadas nesta quarta-feira (29). 
Meirelles estimou que, em 2026, se nenhuma mudança for aplicada, os gastos do governo federal com aposentadoria ocuparão 78,6% do Orçamento. Com o teto dos gastos, os recursos destinados para pagar outras despesas obrigatórias da União, como saúde e educação, teriam de ser comprimidas para o pagamento dos compromissos previdenciários.
Em 2016, o Regime Geral da Previdência Social (RGPS) teve um rombo de R$ 149,7 bilhões. Para este ano, a projeção é que o déficit chegue a R$ 181 bilhões, caso o sistema seja mantido. O gasto com a seguridade social, que inclui as despesas previdenciárias, somou R$ 257 bilhões no ano passado.
“Importante mencionar que, no momento em que nós apresentamos e foi aprovado a Proposta de Emenda à Constituição [PEC] do teto e na medida em que se está se discutindo a Previdência, a taxa de juros está caindo e a inflação está caindo. Isso é fundamental para crescer e gerar emprego”, ressaltou Meirelles.
Crescimento gradual
Antes de entrar na reunião, Meirelles reforçou a jornalistas que o governo federal projeta uma retomada do crescimento econômico ainda em 2017. Segundo ele, o Produto Interno Bruto (PIB) virá positivo no primeiro trimestre deste ano e, no último trimestre do no, deve ser registrado um avanço na atividade econômica de 2,5% a 2,7% sobre o mesmo período de 2016.
“Então essa retomada vai ser graudal. Teremos ainda um efeito de defasagem, por exemplo, no setor de serviços, mas que depois começa a recuperar-se”, disse. “Estamos no processo de recuperação econômica, mas aqueles setores que caíram mais fortemente nos últimos dois anos, particularmente a indústria, são setores que começam a se recuperar com maior força”, completou!

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